O candidato à presidência da câmara de Angra do Heroísmo pelo PSD, António Ventura, anunciou esta manhã a realização de um “plano de reordenação da mobilidade rodoviária e pedonal na cidade”, de modo a resolver “os actuais problemas de circulação rodoviária e pedonal, assim como da falta de estacionamento”, explicou.
Segundo afirmou, no parque de estacionamento do Bailão, “Angra é uma cidade entupida e sem lugares para estacionar, pelo que não cria atractividade para o comércio nem para a fixação de pessoas”, uma carência que Ventura assegura “estar intitulada pelos cidadãos como sendo o drama de Angra”, avançou, acrescentando que “é urgente criar novos estacionamentos e aumentar a disponibilidade dos actuais”, e apontando mesmo para “mais lugares neste parque do Bailão, que se encontra congestionado”, aferiu.
“Importa avaliar os fluxos de circulação, fazendo um diagnóstico da situação actual, e promover acções para eliminar os estrangulamentos existentes”, num “planeamento da circulação rodoviária e pedonal, e da problemática do estacionamento, sem dúvida uma prioridade, ainda mais quando falamos de uma cidade património mundial”, adiantou.
Para o candidato, só assim “se vai conhecer a realidade rodoviária e sustentar as soluções mais adequadas numa perspectiva multifuncional”, fomentando “uma melhor circulação do trânsito, a qualificação dos espaços públicos, reduzindo o ruído, aumentando a segurança e diminuindo as emissões poluentes” assegurou.
A proposta apresentada visa “elaborar um estudo sobre a mobilidade rodoviária e pedonal, incluindo a existência de novas vias municipais”, assim como, “e sem prejuízo de outras rotas, tornar a circulação dos miniautocarros mais abrangente, contemplando, por exemplo, a Rua de São Pedro até aos Portões de São Pedro e parte da freguesia de Santa Luzia”, disse.
António Ventura anunciou também a criação “de um parque infantil rodoviário, em colaboração com entidades privadas, e visando a educação rodoviária dos mais novos”, assegurando que estas acções serão feitas “em conjunto com os cidadãos, pois o nosso objectivo é governar para as pessoas e com as pessoas, no âmbito de uma democracia participativa”, e assumindo ser esse “um pilar da candidatura, visto que nada será realizado sem a opinião dos cidadãos, que são, para nós, parceiros no desenvolvimento do concelho”, concluiu.
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